A Poética do Abismo, livro de poesias de estreia de Paulo Dagomé, é um mergulho profundo na existência, na resistência e na sensibilidade.

Em versos que transitam entre reflexões existenciais e o cotidiano das periferias, o autor constrói uma poética potente, transformadora, capaz de traduzir as dores e belezas de nosso tempo.

Quem sou

Nascido em Vitória da Conquista, Bahia, Paulo Dagomé é um poeta e compositor que tece, em sua obra, a essência da cultura popular brasileira.

Reconhecido no cenário do Distrito Federal, conquistou o 3º lugar no Festival Brasília Independente em 2024.

No mesmo ano, ingressou na graduação em Letras pelo IFB Campus São Sebastião. Em 2025, lançou seu livro de poesias de estreia, A poética do Abismo.

Elaboração e consultoria
de projetos culturais

Dagomé é também membro cofundador do Movimento Cultural Supernova, um coletivo de artistas e produtores culturais que promove projetos em São Sebastião-DF.

Sua atuação no coletivo é estratégica, concentrada na elaboração de projetos e na consultoria de gestão organizacional.

Entre as iniciativas criadas, destacam-se:

Movimento cultural
SUPERNOVA

Museu virtual
Memorias Oleiras

Cineclube
Supercine

Ocupação cultural
Domingo no Parque

Ocupação cultural
Feira do Vale

Bloco de carnaval
Carnafamilia

depoimentos

Na poesia do Paulo Dagomé você tem onde se agarrar. Tudo nela parece simples ( ainda bem ) mas se você ler de novo, vai acessar outras camadas, mais profundas. Na poesia o simples é muito, muito difícil. Mais fácil ser hermético, complexo, incomunicável. Vou pedir pra você ler esse livro como quem procura um alento, um consolo, um apoio. A voz do Paulo Dagomé diz coisas que você gostaria de dizer. E olha que ousadia: usa a primeira pessoa! Transforma o eu lírico do poeta em um eu lírico coletivo. Isso. Exatamente isso. Transforma o eu lírico do poeta em um eu lírico coletivo. Puxa, como gostei de dizer isso da poesia potente do Paulo Dagomé.
Nicolas Behr
Publicitário, ambientalista e poeta
No meio do caminho tinha um abismo, mas Dagomé faz da distância, poesia. Se pudesse, de bom grado o poeta trocaria os versos que gritam contra o racismo e a desigualdade social pelos sussurros de amor por sua musa. Um trovador medieval, um Dom Quixote declarando seu amor por Dulcineia. Mas no meio do caminho tinha os moinhos, ou melhor, os gigantes que derrubaram Quixote. Então o Quixote caído se levanta, sacode a poeira, faz da palavra sua armadura e sua lança e investe de novo e de novo e de novo contra os gigantes.
José Rezende Jr.
Escritor e Jornalista
Dagomé envolve abraça como o silêncio do vento textos chiar zumbindo de forma orgânica e visceral uma brisa gostosa livre uma forma de palavra que por vezes molha o corpo por inteiro deixa úmido febril ao desejo do sabor saborear Me sinto na copa da árvore sendo balanceada embalada por cada texto em uma rede sentindo as palavras fazendo passagem e sendo uma abraço uma morada em meu corpo de forma breve entregue
Nanda Pimenta
Poeta
Tenho a honra imensurável de ter como herói notável nesse universo de gênios um amigo no dia a dia. Super baiano discreto, multi-talento seleto, musico poeta e pintor, ser cem por cento humano e compositor de destinos. Um fomentador de sonhos, ativista irrequieto, persistente sonhador, crente na fé solidaria. Filho de Dona Jovita e do padeiro Seu Teté, é meu artista preferido: o grande Paulo Dagomé.
Edvair Ribeiro
Griô e poeta

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